O site Hollywood Crush, da MTV, resolveu brincar de E SE… e se perguntou como seria se o Crepúsculo tivesse sido produzido na década de 80. Quem seriam os atores conidados?

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O papel de Edward Cullen seria de River Phoenix. Ahhhh! Amei! Melhor que o Edward original! Johnny Depp encarnaria mais um de seus personagens estranhos como o lobisominho Jacob Black. Aplaudo a escolha também.

Oba! Setembro é mês de estréia das novas temporadas de séries!
Vício total!

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Fim da primeira semana de volta ao trabalho. No primeiro dia eu era só alegria e fui embora me perguntando sinceramente porque eu estava pensando em mudar. Cinco dias foram suficientes para me lembrar de todos os motivos. Dai-me paciência para aguentar mais um ano pelo bem dos meus planos pessoais…

Outra revelação bombástica dessa exposição… uma ano depois de mudar de time o Cascão tomou banho!!!

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Lá também está exposto o verdadeiro coelhinho da Mônica (a de carne e osso). Não é que o bichinho é bem encardido mesmo?

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Eu sou corintiana por causa do Cascão, desde pequena, mas tem um time que eu não consigo torcer contra: o Santos. Descobri isso numa final entre os dois times. Parecia muito errado torcer contra o time da minha cidade natal. Sei lá, sentimentalismos saudosistas depois que você se muda. Toda vez que os dois jogam eu não torço para nenhum dos lados. Hoje eu fiz uma decoberta bombástica: o Cascão era santista e só depois virou corintiano!!!

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Essa tirinha é de 1963 e faz parte da exposição de 50 anos da Turma da Mônica, no MUBE.

Essa eu recebi pelo Facebbok, mas como ainda não tenho muitos amigos pr lá, resolvi compartilhar no blog. Bem divertido.

Using only song names from ONE ARTIST, cleverly answer these questions. Pass it on to 15 people you like. You can’t use the band I used. Try not to repeat a song title. It’s a lot harder than you think! Repost as “my life according to (band name)”

Are you a male or female:
Lady madonna

Describe yourself:
I am the walrus

How do you feel:
I feel fine

Describe where you currently live:
The long and winding road

If you could go anywhere, where would you go:
Back in the USSR

Your favorite form of transportation:
Yellow submarine

Your best friend is:
Michelle

You and your best friends are:
Come together

What’s the weather like:
Here comes the sun

Favorite time of day:
Hard day´s night

If your life were a TV show, what would it be called:
In my life

What is life to you:
Ticket to ride

Your last relationship:
Hello, goodbye

Your fear:
Don´t let me down

What is the best advice you have to give:
All you need is love

Thought for the Day:
Can´t buy me love

How I would like to die:
While my guitar gently weeps

My soul’s present condition:
Twist and shout

My motto:
Let it be

Nos últimos 45 dias…

Michael Jackson morreu
Caiu mais um Airbus, dessa vez no Oceano Índico
O Parque da Mônica vai mudar de lugar
Felipe Massa entrou em coma e saiu
Ronaldo Fenômeno passou por mais uma cirurgia (ô homem remendado!)
A gripe suína causou o adiamento do início das aulas em escolas

E eu passei por uma cirurgia para corrigir um problema congênito e estive uns dias na UTI, outros no quarto de hospital e mais um monte me recuperando em casa. Ainda preciso de babás pois não são todos os movimentos que eu posso fazer, mas já dá pra fazer bastante coisa sozinha e arriscar umas saidinhas de vez em quando.

O balanço geral é que, apesar das limitações, achei minha melhora bastante rápida. Recuperei grande parte do movimento dos braços nas primeiras semanas, não tinha fôlego nem pra terminar frases e já voltei a conversar normalmente. Claro que ainda não dá pra fazer esforço, mas espero que quando eu voltar a fazer descubra que o meu fôlego aumentou em relação a antes da cirurgia.

A conclusão é que o depois foi muito mais tranquilo que o antes. Claro, passei por várias coisas desagradáveis no hospital, depois que tive alta ainda senti muita dor e passei muito tempo irritada e de mau humor por sentir dor o dia inteiro e frustrada por não conseguir fazer coisas corriqueiras. Mas está passando e até que rápido. With a little help of my friends, of course. Momento beijo pro meu pai pra minha mãe e pra você pra agradecer todas as ligações, visitas, SMS, e-mails e presentes. Até mesmo algumas pessoas que eu nunca sonhei que dariam pela minha falta ligaram e visitaram. É, as pessoas podem ser surpreeendentes. Ah, e também obrigada pelos empréstimos e recomendações de livros, filmes e jogos para mnater minha sanidade mental. Crucial para minha recuperação.

Voltando ao assunto, a preparação foi bem mais difícil do que a recuperação. Primeiro vem o choque, porque a palavra cirurgia, por mais moderna e corriqueira que tenha se tornado, sempre é preocupante, e junto com com a palavra coração, é alarmante. Depois a maratona de médicos e exames para confirmar o diagnóstico, burocracia com o plano de saúde, fora a primeira tentativa de cirurgia que não deu certo e todo o estresse de me internar, tomar anestesia, ir a família inteira ao hospital pra voltar sem ter feito nada. Sem contar que enquanto estou me dedicando integralmente à recuperação, a preparação foi equilibrando a maratona de médicos com o trabalho, o meu estado emocional, problemas usuais, um mais cabeludo que exigiu até a contratação de um advogado e ainda acalmar algumas pessoas cujo choque foi maior que o meu. Afff. Não, definitivamente estou me sentindo melhor no pós operatório.

Ainda faltam mais uns outros 45 dias para voltar à vida normal, mas algo me diz que tudo vai correr bem. Por enquanto fico fazendo minha fisioterapia, me alegrando pela evolução que já tive e sonhando com o que ainda falta evoluir.

Minhas próximas metas são voltar a fazer as coisas que ainda não posso e sinto muita falta, sendo elas:

- Ser independente, óbvio! Não tem preço.
- Sair mais de casa. Óbvio também. Apesar que em tempos de frio rigoroso e gripe suína até que não está sendo tão mal…
- Deitar de lado – Essa parte tem sido um tortura! Adoro dormir toda enroladinha.
- Usar roupas normais – Passar o dia inteiro de pijama é uma delícia, mas 45 dias inteiros cansa. E mesmpo quando saio não dá pra colocar nada diferente de uma camiseta de algodão senão o tecido ou o decote incomodam a pele sensível em volta do corte.
- Fazer a unha – Essa é meio fútil, mas os tais 45 dias de pijama dão uma balançada na vaidade e fazer a unha acrescenta uma corzinha no dia e seria totalmente viável, se não fosse um bendito spray bactericida que eu tenho que passar na hora de trocar o curativo e que deixa meus dedos completamente laranja.
- Fazer exercícios – Vai saber. Tudo o que é proibido é mais gostoso…

Três coisas que gosto: Alice no País das Maravilhas, o jogo com a versão sombria do País das Maravilhas e filmes de Tim Burton. Mal posso esperar para ver o resultado disso tudo junto.

Veja o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LjMkNrX60mA“>trailer.

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Eu era uma criança um tanto incomum e assim eram minhas ambições profissionais. Nunca quis ser professora, bailarina, modelo ou outras coisas que as menininhas costumam responder a essa pergunta. Em vez disso eu queria ser:

- escritora
- cientista
- trabalhar nos estúdios do Maurício de Souza
- estudar no MIT

Não sei se eu faço análise pra descobrir que tipo bizarro de infância eu tive ou se fico deprimida porque não realizei nenhuma das opções.

Uma vez quando eu tinha uns 12 anos alguém me falou que eu lembrava muito minha mãe. Fiquei horrorizada com isso e ela ainda mais horrorizada por eu ter ficado horrorizada. Desse dia em diante eu comecei a ficar atenta a cada vez que algum gesto ou entonação de voz meus imitavam os da minha mãe e mais tarde, perceber também atitudes e modos de pensar semelhantes. Vejam bem, não é que e não goste da minha mãe, tenho um amor enorme e uma adminiração maior ainda pela maneira como ela me criou. Ao mesmo tempo, ela também nunca foi o exemplo de mulher que eu queria ser quando crescesse e tenho inúmeras críticas à maneira como ela conduz várias coisas na vida dela. Isso não seria de modo algum motivo de preocupação se eu nunca tivesse notado a semelhança entre nós. Como ela é evidente, acabo me irritando demais com ela por puro medo de ficar igual. A maior parte de nosas discussões eram por conta dessas minhas críticas e das minhas tentativas de mudar hábitos dela que me incomodavam, que só há pouco tempo comecei a enxergar como uma esperança que se ela melhorasse eu também poderia ser melhor no futuro. Caiu a ficha que só porque eu sou parecida com ela não preciso me tornar igual a ela quando tiver a mesma idade e que em vez de ficar tentando mudá-la eu tenho que trabalhar para me mudar e é nisso que eu deveria me focar, mas está difícil… Difícil parar de me irritar, difícil não me apavorar cada vez que eu descubro o quanto ela era parecida comigo quando tinha minha idade e difícil não me perguntar em que ponto aquela pessoa que parecia tanto comigo virou a pessoa que eu não quero ser e nem ficar morrendo de medo de tomar o mesmo rumo. Nesses dias em que voltei a conviver com ela todos os dias por conta da minha recuperação esse meu conflito interno está me tirando o sono. Vamos ver se pelo menos esses dias podem servir para evoluir um pouco nesse campo, seja na minha relação com ela quanto comigo mesma.

Vocês já tiveram a sensação de missão cumprida em relação a uma pessoa? Uma pessoa muito próxima e muito querida que poderia perfeitamente continuar ali por anos e anos mas de alguma maneira parece que o importante já foi feito e não há nada mais a acrescentar? Não é uma sensação vazia e nostálgica, mas de preenchimento e objetivo cumprido. Eu acho isso gostoso porém estranho…

Os rios

Os rios que eu encontro
vão seguindo comigo.
Rios são de água pouca,
em que a água sempre está por um fio.
Cortados no verão
que faz secar todos os rios.
Rios todos com nome
e que abraço como a amigos.
Uns com nome de gente,
outros com nome de bicho,
uns com nome de santo,
muitos só com apelido.
Mas todos como a gente
que por aqui tenho visto:
a gente cuja vida
se interrompe quando os rios.

João Cabral de Melo Neto

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